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Agricultura

Bahia reduz desmatamento no Cerrado e planeja ações sustentáveis para 2025

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Foto: Rafael Oliveira/Agência Fapesp

Com o objetivo de fortalecer as ações do “Pacto Pelo Cerrado”, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) traçaram um planejamento conjunto para 2025. O pacto prevê a implementação de ações prioritárias para reduzir o desmatamento ilegal, preservar o bioma Cerrado e criar condições para a transição a um modelo de desenvolvimento sustentável na região.

Em 2024, a Bahia se destacou como o único estado do Matopiba (região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) a reduzir o desmatamento, além de registrar recordes na produção agropecuária, evidenciando os resultados efetivos do programa.

“Nós temos uma excelente relação com os produtores do Oeste, e isso tem facilitado para ambos os lados. Em vez de adotar apenas medidas repressivas, trabalhamos com a colaboração, inclusive na fiscalização,” afirmou o secretário do Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins.

O gestor destacou que a Bahia liderou nacionalmente a redução do desmatamento entre os biomas Cerrado e Amazônia Legal, com uma queda expressiva de 63,3% entre agosto de 2023 e julho de 2024. “Essa marca demonstra a seriedade com que tratamos o tema e a importância das parcerias com a sociedade civil,” acrescentou.

O chefe de gabinete da Sema, André Ferraro, ressaltou o papel da tecnologia no fortalecimento das iniciativas do pacto. “Nós e a Aiba estamos sempre buscando a introdução de novas tecnologias para melhorar as ações referentes ao Pacto Pelo Cerrado. Esse foi um dos temas discutidos no encontro,” afirmou.

Moisés Schmidt, presidente da Aiba, destacou a relevância da parceria inédita entre os produtores rurais e o governo estadual, especialmente no Oeste da Bahia.

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“Nunca trabalhamos tão próximos como agora. Produtores e governo estão verdadeiramente unidos, somando esforços para enfrentar desafios e buscar soluções que priorizem uma produção mais sustentável, com foco no desenvolvimento econômico e social da Bahia. Esse trabalho conjunto é essencial para garantir o bem-estar da população como um todo,” concluiu Schmidt.

As informações foram divulgadas pelas assessorias de imprensa da Aiba e da Sema.

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Agricultura

Resposta a Trump: China anuncia tarifas de 34% a importações dos EUA

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Foto: Xihua

A China anunciou tarifas de 34% a todos os bens importados dos Estados Unidos, em resposta ao tarifaço anunciado pelo governo de Donald Trump. As taxas chinesas entram em vigor no dia 10 de abril, segundo comunicado da Comissão Tarifária do Conselho Estatal divulgado nesta sexta-feira (4).

Na quarta-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas “recíprocas” de 34% a importações da China, que se somam à tarifação anterior de 20% já em vigor. As taxas sobre exportações chinesas devem subir mais de 60%.

Ontem (3), Donald Trump disse que está aberto a negociações tarifárias se outros países oferecerem “algo fenomenal” em troca. Como exemplo, afirmou que consideraria um acordo em que China aprovasse a venda do TikTok em troca de alívio tarifário.

No Brasil, diversas entidades ligadas ao agronegócio se manifestaram sobre as medidas do governo dos EUA e muitos ainda avaliam o momento.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) classificou os impactos como “críticos” ou “altos” para 19 produtos, como carne bovina industrializada, outras substâncias proteicas e madeira perfilada, por exemplo.

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A situação cria uma iminente guerra comercial no mundo, podendo afetar o crescimento econômicos e desorganizar toda a produção do planeta nos próximos anos.

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Agricultura

Medidas de Trump podem acelerar acordo Mercosul-UE, diz presidente da Apex

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Jorge Viana | Foto: Agência Brasil

O tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá acelerar o processo de acordo entre o Mercosul e a União Europeia (EU). A avaliação é do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana.

“Eu acho que o Brasil não tem que focar em qual vantagem a gente vai tirar nisso. Até porque o presidente Lula é do multilateralismo, propõe acordos. Mas é óbvio que, qualquer analista vai ver, se os Estados Unidos conseguirem implementar essas medidas, pode ter como consequência, por exemplo, acelerar o processo do acordo Mercosul-União Europeia”, disse, nesta quinta-feira (3),em entrevista coletiva.

“Já ouvimos e vimos manifestações de líderes europeus que dizem que vão acelerar o processo de validação do acordo Mercosul-União Europeia”, acrescentou.

De acordo com Viana, as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos abrirão novas possibilidades comerciais para o Brasil e demais países. “Mas acho que, antes das possibilidades, vão vir as dificuldades. E é um risco grande. É algo que pode construir uma nova era. Alguns analistas já falam que pode ser que os Estados Unidos podem estar abrindo agora a era da China”, acrescentou.

Em média, as tarifas aplicadas por Trump foram de 10% para países da América Latina, de 20% para Europa e de 30% para Ásia, mostrando que o governo americano vê como maior ameaça os países orientais.

Apesar da taxa menor aplicada ao Brasil, de 10%, o presidente da Apex disse não ver “vantagem” para o país e afirmou acreditar que o tarifaço não será benéfico para o comércio global.

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“Eu não consigo enxergar vantagem nenhuma quando o mundo pode piorar a sua relação comercial. Foram os Estados Unidos que introduziram no mundo, há décadas, a ideia do livre mercado, dos conglomerados, dos acordos comerciais, foram eles que fizeram, dizendo que isso era melhor para o mundo. E, de fato, para o mundo ficar mais pacífico, você tem que ter um mundo mais transacional entre os países”, afirmou.

Ele ressalvou, no entanto, que o Brasil poderá passar a receber mais investimentos, mas que a nova conjuntura será “ruim para todos”.

“Acho que, na incerteza, o Brasil pode ter mais investimento do que tem, mas eu não estou querendo trabalhar a tese do tirar proveito ou tirar benefício, porque um mundo inseguro, um mundo em conflito, é ruim para todo mundo, inclusive o Brasil. A tese minha é essa, vai ser ruim para todos, independente de você ganhar mais aqui ou perder ali”.

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Agricultura

Riscos inflacionários e payroll: dia refletirá impactos do tarifaço de Trump

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Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca os impactos do tarifaço dos EUA. O Ibovespa manteve estabilidade, apesar da queda de Vale e Petrobras.

O dólar recuou para R$ 5,62, e os juros futuros caíram, reduzindo apostas de alta intensa da Selic. Nos EUA, o PMI de serviços surpreendeu, e o mercado agora aguarda o Payroll. No Brasil, destaque para a balança comercial e discussões sobre o orçamento.

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