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Agronegócio

Frente fria reduz temperaturas e mantém safra de algodão favorável em MT

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A passagem de uma frente fria provocou chuvas isoladas e reduziu as temperaturas noturnas em Mato Grosso, mas sem afetar o desenvolvimento das lavouras de algodão. Segundo balanço da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), referente ao período de 10 a 15 de maio, o estado mantém perspectiva positiva de produtividade, impulsionada pela elevada taxa de frutificação das plantas.

Com boa parte das áreas na fase final do ciclo, o cenário ainda é considerado favorável para a cultura. No entanto, a falta de umidade já começa a provocar impactos em plantios mais tardios e em lavouras instaladas em solos arenosos, especialmente nas regiões mais secas do estado.

A principal preocupação dos produtores nesta semana foi o avanço do bicudo-do-algodoeiro. A pressão da praga aumentou praticamente em todas as regiões produtoras, levando propriedades a intensificarem as aplicações de defensivos agrícolas e o monitoramento das áreas cultivadas.

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A recomendação técnica é reforçar o combate ao inseto com manejo químico mais rigoroso e eliminação de plantas tigueras, que podem servir de abrigo ao bicudo. Outras pragas, como lagarta Spodoptera, ácaros e mosca-branca, também foram registradas. Já doenças como mancha-alvo e ramulária seguem restritas a áreas mais úmidas ou plantas suscetíveis.

Com o algodão se aproximando do ponto ideal de maturação, o setor começa a concentrar esforços na logística da safra. Em fazendas e unidades de beneficiamento, o ritmo de preparação de colhedoras, algodoeiras e estruturas operacionais já foi intensificado à espera do início oficial da colheita em Mato Grosso.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Lucas do Rio Verde tem baixa nas exportações e indústrias fecham mês com R$ 304 milhões

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foto: assessoria

 

Indústrias luverdenses, mês passado, ficaram em 18° no ranking estadual de exportações, totalizando US$ 60,5 milhões (R$ 304 milhões), o que representa recuo de 12% se comparado a abril do ano passado. Ao todo, o município vendeu 2% dos produtos de Mato Grosso para clientes em diversos países, sendo os maiores China (42,4%), Indonésia (24,5%), Tailândia (14,8%), Paquistão (3,9%) e Vietnã (3%).

A soja foi o produto mais exportado, representando 59,4% dos negócios feitos pelas indústrias de Lucas, seguido por tortas e outros resíduos da extração do óleo de soja (35,3%) e algodão não cardado nem penteado (3,7%).

Já em relação às importações feitas por empresas de diversos segmentos em Lucas do Rio Verde, em abril, o município ficou em 20o no Estado, comprando máquinas e aparelhos mecânicos com função própria representaram 17,6% dos produtos importados destes clientes, seguidos por discos, fitas e outros suportes para gravação de som (17,4%) e buldozers, angledozers e niveladoreas (16,7%).

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Os negócios foram de US$ 186,2 mil (R$ 934,8 mil), representando queda de 94,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. A China (50,6%) foi a principal parceira comercial, seguida pela Argentina (22,7%), Taiwan (10,5%), Japão (8,2%) e Grécia (5,6%).

Só Notícias/Wellinton Cunha

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Venda da safra 2025 do milho em Mato Grosso é finalizada e preço cai 6%

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foto: arquivo/assessoria

A comercialização de milho da safra 24/25 até o final do mês passado atingiu 99,88% da produção, avanço mensal de 0,89 pontos percentuais. O ritmo lento das vendas reflete a menor disponibilidade do cereal, aliada a preços menores. Assim, o valor médio recuou 6,12% no mês, fechando em R$ 42,48/saca.

Para a safra 25/26, as negociações atingiram 47,30% da produção projetada, avanço mensal de 7,26 pontos percentuais e ficou 6,76 pontos percentuais acima do observado ante abril do ano passado. Esse desempenho reflete a estratégia do mercado de antecipar as negociações para aproveitar melhores oportunidades antes da entrada do volume da safra no mercado.

O IMEA avalia ainda que, contudo, a queda do dólar e a aproximação da colheita do cereal exercem pressão sobre o preço, que fechou em R$ 43,52/saca, recuo mensal de 2,54%. Já as negociações da safra 26/27 até o mês passado, alcançaram 2,75% da produção estimada, atraso anual de 1,10 ponto percentual. motivado pelas incertezas climáticas e pelos custos mais elevados. Por fim, o preço médio mensal da fechou em R$ 45,68/saca.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Produtores de leite terão encontro voltado à produtividade e gestão

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Treze de Maio (cerca de 160 km da capital, Florianópolis), no Sul de Santa Catarina, recebe nesta terça-feira (20.05) a 20ª edição do Encontro Municipal dos Produtores de Leite (Emproleite), evento voltado à cadeia leiteira que deve reunir produtores rurais, técnicos, cooperativas e lideranças do setor para discutir produtividade, manejo, clima e políticas públicas para a atividade.

Organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em parceria com a prefeitura do município, o encontro chega à 20ª edição em um momento de forte pressão sobre os custos de produção e maior busca por eficiência nas propriedades leiteiras.

Santa Catarina produz cerca de 3,2 bilhões de litros de leite por ano e ocupa posição entre os maiores produtores do país, mesmo com propriedades menores que a média nacional. A atividade tem forte peso econômico no Oeste e no Sul do estado, onde milhares de pequenas propriedades familiares dependem diretamente da pecuária leiteira como principal fonte de renda. Em municípios como Treze de Maio, o leite sustenta cooperativas, agroindústrias, comércio local e boa parte da economia rural.

A programação técnica deste ano terá foco em temas ligados diretamente ao dia a dia das propriedades. Entre os destaques estão palestras sobre produção de silagem de alta qualidade, planejamento climático para a próxima safra, bem-estar animal e políticas públicas voltadas ao fortalecimento da cadeia leiteira.

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O encontro também deve discutir estratégias para elevar produtividade sem ampliar custos operacionais, uma das principais preocupações do setor diante da volatilidade do mercado de leite e dos custos com alimentação animal.

Além do conteúdo técnico, o Emproleite funciona como espaço de integração entre produtores, cooperativas, extensionistas e empresas ligadas à cadeia leiteira regional. A expectativa da organização é ampliar a troca de experiências práticas entre propriedades que vêm adotando novas técnicas de manejo e gestão.

Serviço:

20º Emproleite — Encontro Municipal dos Produtores de Leite de Treze de Maio

Data: 20 de maio de 2026

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Horário: a partir das 8h30

Local: Restaurante Colonial Du Nono — Comunidade de São Roque — Treze de Maio (SC)

Inscrições gratuitas até 19 de maio pelo WhatsApp: (48) 3631-9489 ou nos escritórios municipais da Epagri.

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