Economia
Produtor rural tem até dia 21 de julho para se inscrever na Feira Sabores do Paraná

Curitiba, 29 de novembro de 2024 – Feira dos Sabores do Paraná no Museu Oscar Niermeyer (MON).
De um lado, pequenos produtores rurais e agroindústrias familiares com uma produção diversa. De outro, consumidores urbanos ávidos por experiências gastronômicas diferentes. Esses dois públicos têm encontro marcado entre os dias 21 e 24 de agosto na Feira Sabores do Paraná, que acontece no Centro de Exposições do Parque Barigui, em Curitiba.
Promovida pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), com execução do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e apoio do Sistema FAEP, o evento serve como uma vitrine para a produção rural paranaense, que reúne, em um mesmo espaço, uma produção diversificada que estimula o consumo consciente e valoriza o trabalho no campo. A expectativa é que 50 mil pessoas visitem a feira.
O Sistema FAEP estará presente com um estande apresentando os seus cursos. Além das formações na área profissional e social, que contemplam todos os segmentos da agropecuária, também será apresentado o programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) da entidade. Por meio dessa iniciativa, os produtores paranaenses podem receber atendimentos individuais focados na realidade de cada propriedade atendida.
Inscrições
Este ano estão previstos 140 expositores. Também serão contemplados turismo rural, gastronomia e artesanato rural. As inscrições estão abertas até dia 21 de julho, mediante o preenchimento do formulário.
Após o envio do formulário, o responsável pelo empreendimento receberá, no e-mail cadastrado, uma mensagem confirmando a inscrição, juntamente com o checklist dos documentos exigidos. Para validar a inscrição, será necessário enviar um e-mail para [email protected], anexando toda a documentação solicitada, até a data limite das inscrições. O não envio ou o envio incompleto da documentação resultará na desclassificação. A Comissão Organizadora será responsável pela triagem e validação das inscrições.
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Ação no STF pede suspenção da exigência do Prodes na concessão de crédito rural

Imagem: Faep
Em breve, os produtores rurais podem ter segurança para a tomada de crédito. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ingressou com medida cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender as Resoluções 5.193/2024 e 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que restringem o acesso ao crédito rural com base em alertas do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes). A ação tem atuação direta do Sistema FAEP, comprovando que o sistema gera análises e penalizações incorretas a agricultores e pecuaristas.
“A expectativa com essa medida é evitar que os nossos produtores continuem sendo impedidos de acessar crédito durante a safra por critérios juridicamente questionáveis. O Prodes tem falhas comprovadas, que estão penalizando milhares de agricultores e pecuaristas, com multas ambientais e bloqueio do crédito. Isso não pode mais acontecer”, destaca o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.
Exportações de arroz disparam, mas preços limitam ganhos
Desde o mês passado, instituições financeiras estão negando crédito com base apenas em alertas de imagem do Prodes, mesmo sem análise prévia do órgão ambiental. Isso porque as resoluções aprovadas pelo CMN, em 2025, obrigam os bancos a verificarem no sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) se os imóveis rurais registram desmatamento depois de 31 de julho de 2019.
“Buscamos uma decisão do STF que impeça o bloqueio do acesso ao crédito antes da devida análise da situação ambiental dos produtores. O objetivo é suspender ou, ao menos, limitar os efeitos das normas do CMN”, afirma Meneguette.
A medida cautelar protocolada no STF é resultado de um conjunto de atuações do Sistema FAEP em relação ao tema. Desde junho de 2025, a entidade atua para corrigir o conceito de regras socioambientais impostas pelo CMN às instituições financeiras que operacionalizam o crédito rural.
Para reverter essa situação, o Sistema FAEP realizou reuniões com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e com a Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). O objetivo era alertar sobre o equívoco de utilizar levantamentos geoespaciais de forma automatizada para seguro e/ou crédito, sem avaliação técnica e jurídica e sem respaldo em decisões administrativas dos órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental.
Em outubro do ano passado, o Sistema FAEP encaminhou ofícios aos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e ao Banco Central, apontando novamente os equívocos e exemplificando os casos de falsos positivos apontados pelo Prodes.
Em novembro de 2025, o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, participou de uma reunião com a ministra do Planejamento e Orçamento, na época, Simone Tebet. O prazo de vigência das normas CMN foi prorrogado, mas os problemas continuaram afetando a captação de crédito de produtores rurais.
Com FAEP
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Preço de importação da borracha natural avança em março

Arquivo
Brasília – O índice de referência do preço de importação da borracha natural registrou elevação em março, refletindo o comportamento dos principais componentes que influenciam a formação do custo da matéria-prima no mercado internacional.
O preço foi de R$ 13,87/kg no mês passado, alta de 4,6% na comparação com fevereiro (R$ 13,26/kg). Esse movimento foi impulsionado, principalmente, pelo aumento nas cotações dos contratos da borracha na bolsa de Cingapura, que apresentaram valorização de 3,3%, além da leve alta de 0,6% no valor médio do dólar frente ao Real.
Outro fator relevante foi o custo logístico internacional. O frete marítimo na rota analisada registrou expressivo aumento de 25,1%, interrompendo a tendência de estabilidade observada nos meses anteriores.
Esse avanço está associado ao aumento dos riscos geopolíticos e à aplicação de sobretaxas de risco, que impactaram diretamente os custos de transporte. No mercado interno, o frete também apresentou elevação de 2,0%, influenciado pelo reajuste nos preços do óleo diesel.
Diante desse cenário, o preço de importação da borracha natural foi calculado em R$ 13,87/kg em março, enquanto o índice de referência atingiu 159,67 pontos, representando alta de 3,0% em relação ao mês anterior. O resultado evidencia a pressão dos custos logísticos e do mercado internacional sobre o preço final da matéria-prima, com impactos diretos na cadeia produtiva.
Assessoria de Comunicação CNA
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Economia
Exportações de açúcar avançam no line up, enquanto receita recua em março

Reprodução/ Portal do Agronegócio
Line up indica aumento nos embarques de açúcar
O volume de açúcar programado para exportação pelos portos brasileiros alcança 1,253 milhão de toneladas na semana encerrada em 8 de abril, segundo levantamento da Williams Brasil. O número representa avanço em relação à semana anterior, quando estavam previstas 1,063 milhão de toneladas.
O total de navios aguardando para embarque também aumentou, passando de 31 para 35 embarcações no período, considerando navios já ancorados, em espera ao largo e aqueles com chegada prevista até 16 de junho.
Porto de Santos lidera movimentação de açúcar
O Porto de Santos concentra a maior parte dos embarques programados, com 584.090 toneladas. Na sequência, aparecem:
Paranaguá (PR): 321.145 toneladas
São Sebastião (SP): 136.000 toneladas
Maceió (AL): 165.803 toneladas
Recife (PE): 13.405 toneladas
Suape (PE): 33.000 toneladas
A distribuição reforça a concentração logística nos principais corredores de exportação do país.
Açúcar VHP domina pauta de exportação
A maior parte do volume a ser exportado corresponde ao açúcar do tipo VHP, com 1.172.944 toneladas programadas.
Outros tipos também aparecem no line up:
Cristal B150: 24,5 mil toneladas
TBC: 41 mil toneladas
Refinado A45: 15 mil toneladas
O predomínio do VHP reflete a forte demanda internacional por esse tipo de produto, voltado principalmente à exportação.
Exportações somam 1,8 milhão de toneladas em março
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que o Brasil exportou 1.808.215 toneladas de açúcar e melaços em março de 2026.
A receita total no período foi de US$ 657,580 milhões, com preço médio de US$ 363,70 por tonelada.
A média diária embarcada foi de 82,192 mil toneladas, considerando 22 dias úteis no mês.
Receita e preços registram queda na comparação anual
Apesar do volume expressivo, os indicadores financeiros apresentaram retração em relação a março de 2025.
A receita média diária ficou em US$ 29,890 milhões, queda de 24,7% frente aos US$ 45,965 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
No volume diário, houve recuo de 1,4% em comparação às 96,548 mil toneladas embarcadas por dia em março de 2025.
Já o preço médio apresentou queda mais acentuada, de 23,6%, ante os US$ 476,10 por tonelada observados no ano passado.
Cenário reflete pressão sobre preços internacionais
A combinação de maior volume programado para embarque e queda nos preços médios indica um cenário de pressão no mercado internacional de açúcar.
Mesmo com o avanço logístico e aumento na movimentação portuária, a redução nos preços impacta diretamente a receita das exportações brasileiras, mantendo o setor atento à dinâmica global de oferta e demanda.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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