Agricultura
Conheça a história de Ademir Fisher, o produtor que nasceu para cultivar

Divulgação
A história de Ademir Fisher começa no Rio Grande do Sul, no município de Carazinho. Porém, foi em Mato Grosso, na cidade de Lucas do Rio Verde, que ele e sua esposa, Clair Ivone Rossetto Fischer, encontraram o solo onde fincaram suas raízes e, mesmo com diversos desafios no início, transformaram sonhos em um lar frutífero e acolhedor.
Ademir conta que o gosto pela agricultura é uma herança de seu pai, Carlos Eugênio Fischer, que também era agricultor na cidade de Victor Graeff, no Rio Grande do Sul.
Assim, ser agricultor estava em seu sangue, e mesmo que em determinado momento tenha considerado seguir carreira na área da saúde, a natureza o chamava, e seu sonho persistiu.
“Então eu sou assim, de descendência, de origem da terra, sempre vivi na terra. Minha tendência sempre foi plantar. Era um desejo meu desde criança. Às vezes a preguiça, a ansiedade, me empurravam para um caminho que podia me desvirtuar da agricultura, mas não me desvirtuaram. Porque, nos seis meses depois que voltei do passeio, eu já queria ser agricultor de novo”, conta o produtor.
Ainda no quinto ano da faculdade, Ademir já colocava em prática seus conhecimentos, atuando como técnico agrícola e atendendo à região sudoeste do Paraná. Seu profissionalismo o levou a compartilhar seu saber internacionalmente, palestrando na Argentina e no Paraguai em três idiomas: português, espanhol e alemão.
Ele se casou ao fim da sua formação em Agronomia, começou a sentir que a rotina de viagens o fazia sentir falta da família e decidiu mudar sua vida. Na época, seu sogro, também agricultor, havia se mudado para Mato Grosso e o ajudou nesse período de transição.
“Já estou há mais de 40 anos aqui em Mato Grosso, então já tenho um bom caminho andado. Meu sogro já estava aqui e tinha em mãos a análise do solo. Se colocássemos o que a terra precisava, colheríamos bem, desde que a chuva não faltasse. E assim foi. Decidi vir para cá e essa foi a minha sorte”, relata Ademir.
O início não foi fácil. A distância até mercados e médicos era longa, havia poucos funcionários, e o trabalho exigia muito esforço braçal. Mas Ademir nunca pensou em desistir.
“Para viver da terra e aguentar o que a gente aguenta, de segunda a segunda, se for preciso levantar às 3h30 da manhã, voltar para casa entre 10h e 11h da noite, cansado, dormir e começar tudo de novo, isso tem que estar dentro da pessoa. É nato”, acredita o agricultor.
Ademir e Clair tiveram dois filhos que seguiram caminhos diferentes, mas que lhes dão muito orgulho. A mais velha, Luana Fischer, hoje com 43 anos, é pesquisadora. O mais novo, Ademir Fisher Junior, de 41 anos, seguiu os passos do pai, se tornou engenheiro agrônomo e hoje faz todo o trabalho operacional da fazenda.
A trajetória de Ademir Fisher é marcada por coragem, amor à terra e dedicação à família. Sua história inspira não apenas pela resistência diante das dificuldades, mas pela maneira como escolheu viver com propósito e cultivar esperança em solo novo. Construiu um lar, um legado e uma história que seguirá brotando nos corações de quem ama a vida no campo.
Fonte: Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Milho reage em Chicago após queda semanal

Foto: Agrolink
Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário referente à semana de 10 a 16 de abril, publicada nesta quinta-feira (16), a cotação do milho em Chicago Board of Trade apresentou leve recuperação após recuo ao longo da semana. O primeiro contrato fechou o dia a US$ 4,48 por bushel, ante US$ 4,44 registrados uma semana antes.
De acordo com a Ceema, até 12 de abril o plantio do milho nos Estados Unidos alcançava 5% da área prevista, dentro do limite mínimo das expectativas do mercado e acima da média histórica de 4% para o período.
Ainda segundo a Ceema, os embarques de milho dos Estados Unidos, na semana encerrada em 9 de abril, somaram 1,8 milhão de toneladas, elevando o volume acumulado no ano comercial para 50,2 milhões de toneladas, o que representa alta de 34% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A análise aponta que, com condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos, há pressão sobre os preços, mesmo diante da possibilidade de redução da área semeada. A Ceema ressalta que a continuidade da guerra no Oriente Médio mantém a volatilidade do mercado e que os agentes passam a considerar a possibilidade de uma área plantada maior do que a indicada no relatório de intenção de plantio divulgado em 31 de março.
AGROLINK – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Defensivos agrícolas -Sipcam Nichino e Luxembourg Industries Ltd. firmam parceria estratégica para a comercialização do herbicida Volcane® no Brasil

Fotos: Divulgação
São Paulo (SP) – As empresas de proteção de cultivos Sipcam Nichino Brasil e Luxembourg Industries Ltd. anunciaram a assinatura de um acordo de sinergia comercial. Pelo acordo, a Sipcam Nichino incorporará o herbicida Volcane®, registrado pela Luxembourg Industries Ltd., ao seu portfólio de soluções. O ingrediente ativo do produto é o MSMA. Segundo as empresas, o Volcane® tem sido utilizado com sucesso nas culturas de algodão e cana-de-açúcar, tornando-se um insumo estratégico para empresas do setor sucroenergético.
De acordo com a Sipcam Nichino, ao comercializar o herbicida Volcane®, a empresa investe no fortalecimento de seu portfólio de soluções voltadas às principais culturas agrícolas do país. A companhia afirma que o Volcane® passará a integrar uma plataforma tecnológica composta por mais de 45 produtos, incluindo defensivos agrícolas, reguladores de crescimento e bioestimulantes.
“Além de atender à demanda dos produtores de cana-de-açúcar e algodão, a Sipcam Nichino e a Luxembourg investirão em novos esforços de pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de ampliar a aplicação do Volcane® para outras culturas importantes”, afirma Leandro Martins, diretor de marketing planejamento estratégico da empresa. “Planejamos consolidar o herbicida entre as ferramentas mais eficazes no suporte ao manejo agronômico da resistência de plantas daninhas a diferentes ingredientes ativos químicos”, acrescenta.
Para a Luxembourg, a parceria com a Sipcam Nichino deve aumentar a presença do herbicida Volcane® no manejo das culturas de algodão e cana-de-açúcar. Segundo o diretor comercial da Luxembourg no Brasil, Fernando Vicente, a sinergia entre as empresas ampliará o acesso do produto ao mercado.
“A Sipcam Nichino possui forte presença no mercado em toda a fronteira agrícola brasileira, oferecendo condições ideais para apoiar de forma eficaz os produtores de cana-de-açúcar e algodão”, destaca.
“Juntos, desenvolveremos novos projetos voltados à ampliação do espectro de ação deste importante e tradicional herbicida na agricultura brasileira”, continua Vicente. O executivo também acrescenta que a Luxembourg Industries Ltd. vem realizando investimentos significativos no Brasil, conduzindo diversas iniciativas relevantes de cooperação comercial e tecnológica com empresas líderes do agronegócio e institutos avançados de pesquisa agrícola.
Sobre a Sipcam Nichino
Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos. www.sipcamnichino.com.br
Sobre a Luxembourg
De origem israelense, Luxembourg é uma empresa com atuação global detentora de uma história de nove décadas nas áreas de síntese, formulação, comercialização e exportação de defensivos agrícolas, reguladores de crescimento, fertilizantes foliares, adjuvantes, polímeros e protetores. Sua linha de produtos possui alta concentração e resulta em eficácia, redução de custos operacionais e aumento de produtividade agrícola.
www.luxembourg.com.br
Fernanda Campos
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agricultura
Citricultura – Workshop sobre pragas de difícil controle terá como tema central o manejo da leprose dos citros, no dia 16

Arquivo
Araraquara (SP) – Ocorre nesta quinta-feira, 16, na cidade paulista de Araraquara, a quarta edição do Workshop Sobre Pragas de Difícil Controle. O evento, coordenado pelo professor Pedro Yamamoto, da Esalq/USP, tratará do manejo do ácaro Brevipalpus yothersi, inseto-vetor da leprose dos citros. Essa doença continua posicionada entre os principais desafios fitossanitários do citricultor na safra. Companhia referenciada do setor de defensivos agrícolas, a Sipcam Nichino Brasil figura entre os patrocinadores do workshop.
Segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, coordenador de marketing da Sipcam Nichino, a empresa levará ao encontro técnico informações relevantes associadas a seu acaricida Fujimite® 50 SC, empregado com sucesso, há vários anos, em tratamentos frente ao ácaro Brevipalpus yothersi.
Participarão do workshop cerca de 400 especialistas, entre citricultores, consultores, pesquisadores e profissionais técnicos do setor citrícola.
De acordo com Palazim, Fujimite® 50 SC conquistou reputação de liderança na cadeia citrícola, por apresentar desempenho superior no controle de ácaros, entre estes o da leprose, sobretudo nas fases jovens e adultas dos insetos. A recomendação da companhia é iniciar aplicações no início de infestações.
Conforme o agrônomo, o acaricida apresenta ação por contato e ingestão e é plenamente adequado ao manejo integrado de pragas (MIP), uma prática que também preserva os inimigos naturais de ácaros e outros insetos benéficos.
“Fujimite conta com elevada ação ovicida para controle do ácaro Brevipalpus yothersi, característica que inibe o surgimento de novas populações da praga nos pomares de citros. Age nas ‘formas móveis’ dos ácaros e entrega prolongados períodos de controle”, resume ele.
O acaricida Fujimite® 50 SC foi classificado pela agência ambiental americana (EPA) como uma ferramenta de baixo impacto para insetos polinizadores. Conta também com o certificado LMRP (Limite Máximo de Resíduo Permitido) nos países importadores do suco de laranja brasileiro e segue indicado pelo Fundecitrus – Fundo de Defesa da Citricultura – na ‘ProteCitrus’ (lista de indicação positiva de defensivos agrícolas na citricultura).
Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.
Fernanda Campo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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