Conecte-se Conosco

Agricultura

Comissão Nacional de Silvicultura da CNA discute mercado e exportação de produtos florestais

Publicado

em

Canva

 

A Comissão Nacional de Silvicultura da CNA se reuniu, na quarta (30), para discutir a situação da cadeia produtiva da borracha natural, abordando temas como o cenário de preços, produção e comercialização, além da alíquota de importação do produto, entre outros temas.

O presidente da Comissão, Antônio Ginack, fez a abertura do encontro e abordou o comportamento dos preços do coágulo da seringueira (que dá origem à borracha).

Na reunião, a assessora técnica Isabel Mendes falou sobre o projeto de avaliação de cadeias do agronegócio do ponto de vista concorrencial, coordenado pelo Núcleo Econômico da CNA. Ela explicou que a iniciativa visa avaliar e traçar caminhos para interromper práticas anticoncorrenciais na relação comercial entre o setor agropecuário e empresas que fornecem insumos ou compram os produtos para beneficiamento.

Publicidade

“A ideia é identificar, nas cadeias, se há infrações ou abuso de poder de mercado e ter uma estratégia de atuação, com a busca por sanções e punições para quem praticar o ato”, disse.

Ainda sobre o tema, a advogada Amanda Flávio de Oliveira, especialista em concorrência de mercado, falou sobre ações que tramitam no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre práticas ilícitas de antitruste.

Em seguida, a assessora da comissão, Eduarda Lee, falou sobre a alíquota de importação da borracha natural. Segundo ela, a CNA solicitou à Camex, na última semana, a manutenção da borracha natural na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), com alíquota de 10,8%.

Eduarda explicou que a medida é necessária para amenizar as distorções de mercado na busca pela justa competitividade do produto nacional e a viabilidade econômica da heveicultura brasileira.

Mogno-africano – Cristiane Reis, pesquisadora da Embrapa Florestas, falou sobre o cultivo de mogno-africano no Brasil, os benefícios da madeira e da comercialização para o produtor rural.

Publicidade

Ela disse que o mogno-africano é uma madeira de valor agregado e que o cultivo precisa ser altamente tecnificado para que o produtor consiga produzir e comercializar.

Atualmente existem quatro espécies de mogno-africano plantadas no Brasil, sendo a Khaya grandfoliola a mais produzida, em torno de 70%, e em segundo lugar a senegalensis, com 30%.

Os membros da comissão também falaram sobre o tarifaço anunciado pelo governo dos Estados Unidos e os possíveis impactos para a cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agricultura

Milho reage em Chicago após queda semanal

Publicado

em

mapa-aprova-zoneamento-agricola-de-milho-2a-safra-para-13-estados

Foto: Agrolink

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário referente à semana de 10 a 16 de abril, publicada nesta quinta-feira (16), a cotação do milho em Chicago Board of Trade apresentou leve recuperação após recuo ao longo da semana. O primeiro contrato fechou o dia a US$ 4,48 por bushel, ante US$ 4,44 registrados uma semana antes.

De acordo com a Ceema, até 12 de abril o plantio do milho nos Estados Unidos alcançava 5% da área prevista, dentro do limite mínimo das expectativas do mercado e acima da média histórica de 4% para o período.

Ainda segundo a Ceema, os embarques de milho dos Estados Unidos, na semana encerrada em 9 de abril, somaram 1,8 milhão de toneladas, elevando o volume acumulado no ano comercial para 50,2 milhões de toneladas, o que representa alta de 34% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A análise aponta que, com condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos, há pressão sobre os preços, mesmo diante da possibilidade de redução da área semeada. A Ceema ressalta que a continuidade da guerra no Oriente Médio mantém a volatilidade do mercado e que os agentes passam a considerar a possibilidade de uma área plantada maior do que a indicada no relatório de intenção de plantio divulgado em 31 de março.

Publicidade

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agricultura

Defensivos agrícolas -Sipcam Nichino e Luxembourg Industries Ltd. firmam parceria estratégica para a comercialização do herbicida Volcane® no Brasil

Publicado

em

Fotos: Divulgação

São Paulo (SP) – As empresas de proteção de cultivos Sipcam Nichino Brasil e Luxembourg Industries Ltd. anunciaram a assinatura de um acordo de sinergia comercial. Pelo acordo, a Sipcam Nichino incorporará o herbicida Volcane®, registrado pela Luxembourg Industries Ltd., ao seu portfólio de soluções. O ingrediente ativo do produto é o MSMA. Segundo as empresas, o Volcane® tem sido utilizado com sucesso nas culturas de algodão e cana-de-açúcar, tornando-se um insumo estratégico para empresas do setor sucroenergético.

De acordo com a Sipcam Nichino, ao comercializar o herbicida Volcane®, a empresa investe no fortalecimento de seu portfólio de soluções voltadas às principais culturas agrícolas do país. A companhia afirma que o Volcane® passará a integrar uma plataforma tecnológica composta por mais de 45 produtos, incluindo defensivos agrícolas, reguladores de crescimento e bioestimulantes.

“Além de atender à demanda dos produtores de cana-de-açúcar e algodão, a Sipcam Nichino e a Luxembourg investirão em novos esforços de pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de ampliar a aplicação do Volcane® para outras culturas importantes”, afirma Leandro Martins, diretor de marketing planejamento estratégico da empresa. “Planejamos consolidar o herbicida entre as ferramentas mais eficazes no suporte ao manejo agronômico da resistência de plantas daninhas a diferentes ingredientes ativos químicos”, acrescenta.

Para a Luxembourg, a parceria com a Sipcam Nichino deve aumentar a presença do herbicida Volcane® no manejo das culturas de algodão e cana-de-açúcar. Segundo o diretor comercial da Luxembourg no Brasil, Fernando Vicente, a sinergia entre as empresas ampliará o acesso do produto ao mercado.

Publicidade

“A Sipcam Nichino possui forte presença no mercado em toda a fronteira agrícola brasileira, oferecendo condições ideais para apoiar de forma eficaz os produtores de cana-de-açúcar e algodão”, destaca.

“Juntos, desenvolveremos novos projetos voltados à ampliação do espectro de ação deste importante e tradicional herbicida na agricultura brasileira”, continua Vicente. O executivo também acrescenta que a Luxembourg Industries Ltd. vem realizando investimentos significativos no Brasil, conduzindo diversas iniciativas relevantes de cooperação comercial e tecnológica com empresas líderes do agronegócio e institutos avançados de pesquisa agrícola.

Sobre a Sipcam Nichino

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos. www.sipcamnichino.com.br

Sobre a Luxembourg

Publicidade

De origem israelense, Luxembourg é uma empresa com atuação global detentora de uma história de nove décadas nas áreas de síntese, formulação, comercialização e exportação de defensivos agrícolas, reguladores de crescimento, fertilizantes foliares, adjuvantes, polímeros e protetores. Sua linha de produtos possui alta concentração e resulta em eficácia, redução de custos operacionais e aumento de produtividade agrícola.
www.luxembourg.com.br

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Agricultura

Citricultura – Workshop sobre pragas de difícil controle terá como tema central o manejo da leprose dos citros, no dia 16

Publicado

em

Arquivo

 

Araraquara (SP) – Ocorre nesta quinta-feira, 16, na cidade paulista de Araraquara, a quarta edição do Workshop Sobre Pragas de Difícil Controle. O evento, coordenado pelo professor Pedro Yamamoto, da Esalq/USP, tratará do manejo do ácaro Brevipalpus yothersi, inseto-vetor da leprose dos citros. Essa doença continua posicionada entre os principais desafios fitossanitários do citricultor na safra. Companhia referenciada do setor de defensivos agrícolas, a Sipcam Nichino Brasil figura entre os patrocinadores do workshop.

Segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, coordenador de marketing da Sipcam Nichino, a empresa levará ao encontro técnico informações relevantes associadas a seu acaricida Fujimite® 50 SC, empregado com sucesso, há vários anos, em tratamentos frente ao ácaro Brevipalpus yothersi.

Participarão do workshop cerca de 400 especialistas, entre citricultores, consultores, pesquisadores e profissionais técnicos do setor citrícola.

Publicidade

De acordo com Palazim, Fujimite® 50 SC conquistou reputação de liderança na cadeia citrícola, por apresentar desempenho superior no controle de ácaros, entre estes o da leprose, sobretudo nas fases jovens e adultas dos insetos. A recomendação da companhia é iniciar aplicações no início de infestações.

Conforme o agrônomo, o acaricida apresenta ação por contato e ingestão e é plenamente adequado ao manejo integrado de pragas (MIP), uma prática que também preserva os inimigos naturais de ácaros e outros insetos benéficos.

“Fujimite conta com elevada ação ovicida para controle do ácaro Brevipalpus yothersi, característica que inibe o surgimento de novas populações da praga nos pomares de citros. Age nas ‘formas móveis’ dos ácaros e entrega prolongados períodos de controle”, resume ele.

O acaricida Fujimite® 50 SC foi classificado pela agência ambiental americana (EPA) como uma ferramenta de baixo impacto para insetos polinizadores. Conta também com o certificado LMRP (Limite Máximo de Resíduo Permitido) nos países importadores do suco de laranja brasileiro e segue indicado pelo Fundecitrus – Fundo de Defesa da Citricultura – na ‘ProteCitrus’ (lista de indicação positiva de defensivos agrícolas na citricultura).

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Publicidade

Fernanda Campo

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência